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Meio-campo encaixa e Flamengo aumenta poder de fogo na reta final do BR

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Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo

Foram quatro vitórias nos últimos cinco jogos. 12 pontos conquistados em 15 disputados. Retrospecto recente que parece apontar este Flamengo como a melhor versão da equipe sob o comando de Rogério Ceni. Momentos de pressão, como o protesto no CT, após a derrota para o Ceará, ficaram para trás e agora o time acelera na perseguição ao líder Internacional, restando cinco jogos para o encerramento do Brasileiro.

A distância que no final do domingo (31) era de sete pontos e assustava o flamenguista, voltou a ser de quatro pontos. E a impressão agora é de que os colorados estão “logo ali”. Os últimos jogos da Série A ainda reservam uma possível decisão no Maracanã na penúltima rodada, quando o rubro-negro receberá os gaúchos, no dia 21 deste mês.

Titular nos últimos jogos, Diego tem sido fundamental no equilíbrio da equipe – Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo

Muito da confiança no Flamengo se deve ao meio-campo. Éverton Ribeiro, criticado semanas atrás, voltou a ter boas atuações. O quarteto formado por ele, Diego, Gerson e Arrascaeta domina o setor, com velocidade e agressividade, criando inúmeras oportunidades para a equipe.

A subida de produção também passa por uma mudança tática. Até o primeiro tempo contra o Grêmio, Rogério deixava Bruno Henrique aberto na esquerda, Éverton Ribeiro na direita, e Gabigol centralizado na área, com Arrascaeta flutuando por trás.

Bruno Henrique contra o Grêmio – Créditos: Alexandre Vidal/Flamengo

Nos 45 minutos finais do jogo em Porto Alegre, o treinador mexeu. Deu liberdade a Gabriel, colocou Bruno Henrique mais perto da área e recuou Arrascaeta para o meio-campo. Formação que lembra os bons tempos do Flamengo de Jorge Jesus em 2019.

A resposta foi imediata. Naquele dia, o Flamengo dobrou o número de finalizações no gol, em relação a etapa inicial, e engoliu o Grêmio, na Arena. O Fla que antes era lento, passou a ter uma posse de bola agressiva, com recuperação no campo ofensivo e atordoava o adversário.

Éverton Ribeiro contra o Sport – Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo

Contra o Sport, na Ilha, foram ao menos nove chances claras de gol, em um primeiro tempo avassalador dos cariocas, com 13 finalizações. Aos 3 minutos, estava 1 a 0, e aos 19, Bruno Henrique marcou o segundo, com muita facilidade. O Leão só não saiu goleado na etapa inicial, porque a pontaria de Gabigol não estava calibrada. O atacante perdeu ao menos três grandes oportunidades antes do intervalo.

Éverton criou várias chances pelo lado direito, deu caneta, e dominou o setor. Foram 79 toques na bola, 90% dos passes certos, além da assistência para o gol de Pedro, no finzinho da partida.

Ceni falou sobre intensidade do Fla em Recife – Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo

“Quando se tem um espaço de tempo de quatro dias, a intensidade tende a ser maior. O acúmulo de jogos faz a intensidade ser menor. O ideal é jogar sempre bem e vencer os jogos”, disse Rogério Ceni, após a vitória na Ilha do Retiro.

Para o clássico contra o Vasco, Ceni poderá perder uma peça fundamental para esse esquema. Gerson deixou o gramado em Recife com uma entorse no tornozelo e será reavaliado na reapresentação.

Gerson deixou o gramado com uma entorse no tornozelo – Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo

O Clássico dos Milhões acontece na próxima quinta-feira (4), às 21h, no Maracanã. No mesmo horário, o Inter enfrenta o Athletico, na Arena da Baixada, em Curitiba.

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