HOME CLUBES PRINCIPAL COPAS MUNDO DO FUTEBOL FUTEBOL FEMININO MERCADO DA BOLA CULTURAL CONTATO

 

 

 

SERIE A

SUDESTE

NORDESTE

SUL

CENTRO-OESTE

NORTE

CSA

Queda de nível na reta final custou caro ao CSA

Card image

Créditos: Augusto Oliveira / CSA

A frustração do torcedor do CSA pela não classificação à Série A é evidente. Na reta final da Série B a equipe teve várias oportunidades para garantir uma vaga no Brasileirão em 2021, mas desperdiçou quase todas. Dos últimos cinco jogos, o Azulão só venceu um (Botafogo-SP), empatou três (Avaí, Brasil-RS e Náutico) e perdeu um (Paraná), somando 6 de 15 pontos possíveis. No fim, o CSA ficou em 5º lugar com 58 pontos.

Enquanto isso o Juventude, rival direto na luta pelo acesso, venceu três (Cruzeiro, Figueirense e Guarani) e perdeu dois (Brasil-RS e Avaí), somou 9 dos 15 pontos e fechou a segundona em 3º com 61 pontos, garantindo a última vaga para a Série A desta temporada.

Mesmo tendo uma tabela considerada menos complicada que a dos Jaconeiros, o CSA não conseguiu se impôr. A queda de rendimento técnico e também na parte física pesaram contra. Jogadores chaves na campanha que levou o Azulão a ter chance de acesso até a última rodada, Paulo Sérgio e Yago não foram os mesmos das rodadas anteriores. Sem o poder de decisão de ambos, o time do Técnico Mozart Santos, que terminou a Série B com 50 gols (o 3º melhor ataque empatado com o Sampaio Corrêa), passou a ser menos letal.

Os erros de marcação também foram determinantes, principalmente nos dois últimos jogos. Contra o Brasil-RS, Bruno Lopes fez jogada individual pela ponta direita sem sequer ser combatido por um defensor do CSA. A jogada terminou com o gol do ex-azulino. Já contra o Náutico o filme se repetiu, dessa vez com Erik, que também teve liberdade de sobra para marcar. Somando a falta de ofensividade com as falhas de marcação, o resultado foi a lamentação pelo que poderia ter sido uma temporada épica.

Mas nem tudo são dores. Mesmo sem ter conseguido a vaga na elite, a campanha do CSA precisa ser reverenciada. O clube viveu momentos turbulentos, teve três técnicos durante a competição (quatro na temporada), sofreu com um surto de covid-19 que impossibilitou a realização de partidas por falta de atletas aptos, amargou a lanterna e foi tido por muitos como candidato ao descenso para a Série C. O que ficou longe de acontecer.

O Azulão deu a volta por cima, venceu grandes jogos e lutou até o final como um verdadeiro postulante ao acesso. O trabalho de Mozart, que renovou contrato com o CSA até dezembro de 2021, precisa ser aplaudido. É inegável a evolução de vários atletas sob seu comando, o que credencia ainda mais o “Galego do Veneno” como treinador em evolução.

Resta ao CSA tirar lições do que aconteceu, fazer um balanço da temporada e planejar 2021. O Alagoano já começa em fevereiro. Tempo curto para descansar e definir o elenco que irá encarar as competições que estão por vir.

Ver mais

mm

Sobre o autor

Ver mais

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

 

Siga nossas redes sociais

© 2020 Atras do Gol é uma marca registrada da Atras do Gol Limited Liability Company.  Todos os direitos reservados. O uso deste site constitui aceitação de nossos Termos de Uso e Política de Privacidade