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Fique aí com seu despeito que eu vou passar com a minha taça: Palmeiras bicampeão da Libertadores

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Créditos: A festa não tem hora para terminar: Palmeiras campeão e dane-se se o jogo não foi bom (Foto: Twitter/Palmeiras)

Depois de 21 anos, sete meses e 14 dias, o Palmeiras é de novo campeão da Libertadores. Desta vez não foi nos pênaltis, embora, vamos confessar aqui entre nós, um cheiro de pênaltis tenha se espalhado pelos ares do Maracanã.

O Verdão e o Santos fizeram um jogo truncado, tenso, em que nada saiu muito certo. Poucas chances de gol, muitos erros de passe. O segundo tempo foi um pouco melhor, Weverton e John pelo menos fizeram algumas defesas além de bater tiro de meta, mas claramente a partir dos 40 minutos os dois times pareciam satisfeitos com o 0 a 0 e dispostos a decidir o jogo na prorrogação.

O árbitro deu oito minutos de acréscimo, por causa de vários atendimentos médicos. Parecia que seriam intermináveis, mas aí, aos 48, um lance bobo começou a mudar o Ânimo do jogo. A bola saiu pela lateral a favor do Palmeiras ali perto do anco do Santos. Marcos Rocha tentou pegar a bola, Cuca fez cera e os dois campeões da Libertadores pelo Galo em 2013 se desentenderam, o juiz deu amarelo para nosso lateral e expulsou o técnico santista.

A confusão se estendeu por alguns minutos e matou qualquer previsão de acréscimos. Então Danilo recebeu um passe no meio e, como uma mstura de César Sampaio e Mazinho, lançou para Rony. O camisa 11 teve tempo de dominar, ajeitar e cruzar com precisão. Na área, os zagueiros Luan Peres e Lucas Veríssimo ficaram preocupados com Luiz Adriano e deixaram Breno Lopes apenas com a cobertura de Pará, bem mais baixo. Quatro depois de fazer seu primeiro gol, no empate com o Vasco, Breno cabeceou firme no cano esquerdo, sem chance para John. Eram 53 minutos do segundo tempo.

E aí não teve mais nada, ninguém mais viu nada, o tuíte abaixo publicado pelo clube diz tudo. Somos campeões da Libertadores, de novo.

E aí, depois do jogo, alguns comentaristas e muitos especialistas de rede social começaram a querer aguar nosso chope dizendo que o jogo foi ruim. Foi sim, e quem se importa? Fique aí com sua inveja, seu despeito e sua dor de cotovelo que eu vou celebrar a minha taça e buscar outro Mundial. O choro, afinal, é livre. E nós somos campeões.

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