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Despedidas

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Créditos: Operário Oficial

Na tarde de ontem (25), o Operário recebeu a Chapecoense no Germano Krüger pela 37 rodada da série B.

Após a dolorida e injusta derrota contra o Cruzeiro, o Operário enfrentou a Chape de igual pra igual. O time de Ponta Grossa colocou pressão desde o início da partida.

A Chape que está na busca pelo título não conseguiu impor seu jogo, o Operário engoliu o time catarinense desde os primeiros minutos até o apito final. Na primeira etapa do jogo, a Chape chutou apenas uma vez ao gol de Thiago Braga. Enquanto o Operário, que não briga por mais nada, era quem tinha as melhores jogadas.

Aos 20 minutos do primeiro tempo Fábio Alemão, que acabara de entrar em campo, abre o placar. O segundo tempo começou no mesmo ritmo e aos 3 minutos,em um contra-ataque mortal de Thomaz, o nosso Maradoller ampliou o placar, 2×0 para o time da casa.

A Chape tentou reagir e teve mais posse de bola e mais chutes ao gol, porém não conseguiu descontar o placar. O jogo terminou 2×0 para o Operário o que tirou do Verdão do Oeste a liderança do campeonato e a decisão da série B ficará para a última rodada.

O Fantasma se despede de casa e da sua torcida, mesmo que ela não esteja presente fisicamente no Germano, o último jogo em casa foi um presente ao torcedor operariano que sempre dá um jeitinho de apoiar o time. Era só olhar no edifício sendo construindo ao lado, nos muros e sacadas da vizinhança, a torcida estava lá e sempre estará.

E mesmo que tenha mais um jogo, o Operário também se despede da sua segunda participação na série B, com um gostinho de quase. Ficamos próximos do acesso, aquele jogo contra o Cruzeiro foi um balde de água fria em todos, mas não foi o único jogo que nos tirou desse sonho.

Alguns jogos, alguns pontos perdidos em casa, como contra o Avaí, aquele pênalti perdido pelo Roger, enfim, vários pontinhos que hoje fazem uma falta absurda. Era a temporada pra subir, a próxima vai ser muito difícil e bem mais disputada. Botafogo, Coritiba, Cruzeiro… mas mostramos que podemos, que é só caprichar mais que dá.

E por fim, a mais dolorida das despedidas, o adeus e a homenagem ao Paulão que faleceu no último dia 17, mais uma vítima de COVID. Paulão era integrante da torcida Trem Fantasma, “famoso” torcedor, professor, filho e amigo. Uma faixa foi estendida no alambrado do Germano em sua memória e ao final do jogo alguns jogadores foram até lá e prestaram sua homenagem à ele, que sempre será lembrado por seu amor incondicional pelo Operário.

Despedidas geralmente são difíceis, mas são sempre bons momentos para reavaliar posturas e fazer planos! Que a cada dia o Operário entenda seu papel e assuma seu lugar entre os melhores do estado.

Nessa temporada não deu, mas na próxima temos chances de conquistar o tão sonhado acesso.

Vamos subir Fantasma!

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