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Goiás vence Santos e ainda respira.

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Créditos: Héber Gomes/AGIF

Conversa de boteco.

Como deixar passar batido a grande atuação de Rafael Moura, o He man na grande vitória do Goiás por 4×3 sobre o Santos, na noite de ontem? Jogando na Vila Belmiro, o Goiás conseguiu uma improvável e heróica vitória de virada, já que o Esmeraldino chegou a estar perdendo de 2×0. O destaque foi o gol de placa que agora “nosso herói” Moura marcou, que gol foi esse, acho que já assisti umas 20x, e se aparecer em outra postagem de amigo, vejo de novo. A nossa cabeça viajou, foi lá longe buscar lembranças de times fortes e guerreiros que já tivemos, pela luta, pela garra e vontade, saudade, vivemos tempos sombrios, de abundante má fé em junção com ingerência e incompetência.

Sobretudo, o que veio a minha mente foi o negócio do “ídolo”. Por que é tão difícil em um clube como o Goiás, o jogador se tornar um grande ídolo, digno de bandeira, estátua e toda pompa, como vemos em outros clubes? Somos mais exigentes? Ninguém fica no time um tempo hábil para chegar a esse status? Só atingiria essa condição o jogador que viesse a ganhar um título de expressão pelo time? A falta de ambição dos comandantes do clube que acabam por boicotar jogadores e campanhas que poderiam ter virado grandes feitos? A mídia local não tem força nem interesse por formar ou fomentar ídolos locais? Inexplicável para muitos.


Lembro da fantástica campanha que o Goiás fez na Sulamericana de 2010, perdendo o título nos bastidores (indiscutivelmente), onde o protagonista foi o próprio Rafael Moura. Que dias foram aqueles? Que sensação foi aquela? Visibilidade, vantagens financeiras, respeito e admiração conquistados com imposição, com raça e força de vontade, que só não serviram para comover o coração dos mandatários do clube, que julgavam ser mais vantajoso subir e descer de Série A para B ano após ano.


O valor que cada um tem na nossa história, poderia ser emplacado como o de ídolos do eixo, onde está o dinheiro e a mídia. Será? Infelizmente nunca saberemos, as vezes até por nossa culpa, por aceitar calados, por não protestar, ao ver nossas promessas indo embora sem criar raízes, indo fazer história e conquistar feitos por outros clubes, deixando milhões que nunca vemos onde vão parar, ou onde foram gastos.
Conversa de boteco, apenas.
Ontem o Goiás ganhou do Santos, se manteve vivo no campeonato, a esperança está mantida até a próxima rodada, uma batalha de cada vez, e cá entre nós: Se o He Man e seus compadres, ainda conseguirem nos salvar da segunda divisão, faz logo um busto dele no pátio em frente a 85 e bola pra frente. Oremos.

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