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Escolhas contra o Athletico aumentam pressão pela saída de Ceni do Flamengo

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Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo

Não está fácil para Rogério Ceni trabalhar no Flamengo. Com pouco mais de dois meses e meio a frente do rubro-negro, o treinador tem convivido com a instabilidade do cargo a cada semana. Após ganhar uma sobrevida, devido as vitórias sobre Goiás e Palmeiras nos últimos dias, o técnico voltou a ficar na berlinda. As escolhas tomadas na derrota para o Athletico nesse domingo (25) foram o suficiente para irritar membros da diretoria do clube, que não aprovam o nome do ex-goleiro para a próxima temporada.

As maiores queixas se concentram nas decisões de Rogério na formação da equipe. Sem Rodrigo Caio, lesionado, ele voltou a improvisar Willian Arão na zaga, ao lado de Gustavo Henrique, diante do Furacão. Com isso, Diego e Gerson formaram dupla no meio-campo. Dentro do clube há quem discorde da escalação, entendendo que o time ficou vulnerável.

Além disso, não escalar Gabigol e Pedro juntos também pegou mal. Ceni explicou na coletiva que “temeu pela recomposição da equipe”, caso optasse pelos dois centroavantes em campo. Mas, a justificativa convenceu internamente.

Flamengo perdeu para o Athletico por 2 a 1 nesse domingo – Créditos: Alexandre Vidal / Flamengo

Como de costume, na noite desta segunda-feira (25), o conselho gestor do Flamengo se reúne para discutir assuntos relacionados ao futebol. Dentre eles, a permanência de Rogério Ceni no comando da equipe. A reta final do Brasileiro seria um empecilho para a troca de treinador, mas Ceni poderia ficar somente até o fim da temporada. Nomes de outros técnicos já começam a ser especulados na Gávea.

Questionado na última quinta-feira (21), se a vitória sobre o Palmeiras lhe daria uma trégua com a torcida, Ceni disse que não estava em guerra, mas entendia a pressão do torcedor.

Coletiva de Rogério Ceni, após a derrota para o Furacão – Créditos: FlaTV

“Trégua, normalmente, se tem quando se está em guerra. Aqui, penso que estamos do mesmo lado. Os atletas pensam assim também. Não sou um cara muito ligado em redes sociais. Não baseio minhas escolhas em fatores externos, mas sei que há cobrança. Eu vivo o mundo do dia a dia do CT, da minha casa para o CT. Mas trégua não combina com o que se tem aqui. Lógico que resultados são importantes, mas não evidenciam tudo. Mas aqui fazemos o melhor para o clube e, consequentemente, para o torcedor. Mas não há uma guerra”, afirmou na ocasião.

Apesar da fala, torcedores usaram as redes sociais para protestar contra o treinador. Até a manhã desta segunda-feira, mais de 50 mil comentários pedindo a saída do técnico podiam ser observados em um dos perfis oficiais do Flamengo na internet.

Ceni comandou o Flamengo em 15 partidas. Ao todo, o técnico conquistou seis vitórias, quatro empates e foi derrotado cinco vezes, o que lhe deixa com um aproveitamento de apenas 48,88%. Número inferior ao de seu seu antecessor, Domenec Torrent, que deixou o clube com 63,8%.

Com 55 pontos (sete a menos que o líder Internacional), o Flamengo ainda sonha com o título brasileiro, apesar de não depender apenas de si para ser campeão. O rubro-negro é o terceiro colocado e volta a campo na próxima quinta-feira (28), às 20h, para enfrentar o Grêmio, em Porto Alegre, em jogo atrasado da 23ª rodada do campeonato.

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