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Andá com fé eu vou, que a fé não costuma faiá

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Créditos: Rui Santos / Paraná Clube

É difícil escrever qualquer coisa que possa motivar o torcedor nesse momento, fazer com que toda a situação que estamos vivendo seja mais leve ou que traga um pouco de esperança para finalizar um campeonato que representa a pior fase da história do Paraná Clube.

Nem em nossos piores pesadelos seríamos capazes de imaginar uma temporada como essa. Nunca estivemos tão perto de jogar uma série C. Alguns, inclusive, já nos consideram rebaixados mesmo que ainda existam chances de escapar. Não os culpo, eu também tive esse mesmo sentimento e também coloquei em dúvida a nossa capacidade de fugir do buraco em que nos enfiamos.

Nesse exato momento, precisamos torcer não apenas pela nossa vitória nas duas últimas rodadas, mas também por duas derrotas do Náutico ou Vitória (esse segundo talvez um pouco mais improvável).

Nessas horas é que lembramos de nossa fé, de nossas raízes e do que nos moveu do início até aqui. Ser Paranista nunca foi uma tarefa fácil, nunca tivemos uma vida tranquila. Nós sabemos muito bem tudo o que já precisamos enfrentar, tudo o que já vivemos. E sim, nascemos gigantes, nosso hino deixa isso bem claro. Mas precisamos lembrar de colocar os pés no chão para que sejamos capazes de lidar com nossa realidade atual e, assim esperamos, momentânea.

Eu sei… você aí, torcedor, irmão de bancada, guerreiro que nunca desistiu, deve estar lendo esse texto e revirando os olhos. Talvez eu consiga ouvir o seu pensamento daqui. Aquela voz ao fundo que diz “pronto, lá vem mais uma iludida com texto motivacional”.

Nem de longe quero passar a ideia de ilusão ou de não conhecer a realidade do nosso clube. Talvez eu seja realista até demais e, por diversas vezes, deixe de lado a fé que tanto nos move. Mas é justamente por ser realista e entender o que o Paraná Clube precisa agora é que senti a necessidade de conversar com vocês. Eu sei que por aí existem milhares de corações Tricolores que conseguem entender o que eu estou dizendo e sentindo.

Somos fruto de luta e união. Se deixarmos isso de lado, o que nos resta? Se nós, maior patrimônio que um clube pode ter, virarmos as costas agora, o que nos resta? Nós sempre fomos (e sempre seremos) a camisa 12 desse time. O Paraná Clube nunca foi apenas 11 homens em campo. A cada apito, a cada partida, somos 11 + milhares.

Absolutamente nada será fácil. Hoje não dependemos apenas de nós para mudar o cenário do campeonato, mas ainda estamos vivos. Tudo o que eu peço é que vocês se mantenham firmes, que façam pulsar as nossas cores e o nosso manto. Diretorias e jogadores vêm e vão, o Paraná Clube fica. E é pelo Paraná Clube que nós também ficaremos e vamos, mais uma vez, demonstrar a nossa força.   Independente de qualquer coisa, não desistam agora. Não há nada que não possamos superar, não existe cenário que não sejamos capazes de mudar. O poder está nas nossas mãos agora. O Paraná somos nós. Nunca se esqueçam disso.

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