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Meninas de Aço: a derrota mais amarga

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Créditos: 📷 Felipe Oliveira/EC Bahia

Esse dia era o que eu tanto temia. Falar sobre a derrota das Meninas de Aço. Perdemos para o Botafogo por 2 a 1 e ficamos fora da final da A2. Tivemos um pênalti que poderia ser o empate, mas foi na trave. É o quase. Foi o fim.

Perder é do jogo. Sabia que em algum momento isso ocorreria, me preparei para os comentários maliciosos e os “desabafos grosseiros”, mas não deixa de ser doloroso. Por todo o contexto tem um sabor ainda mais amargo.

Exalto o mérito do adversário que nos estudou bem e soube como jogar. Não nos faltou vontade, garra, competência, raça ou o nome que queiram dar. Novamente, o time até os minutos finais lutou e tentou corrigir os erros, construir jogadas e buscar o empate.

Poderia falar sobre nossos acertos e nossos erros, mas agora toda explicação e análise acaba sendo uma cutucada na ferida que ainda sangra. Assim como quaisquer palavras ditas parecem conformismo ou ingratidão. Queríamos mais, merecíamos mais. O que dizer então nesse momento?

Foram 602 dias sem perder. A derrota iria chegar, mas não precisava ser agora. Não deveria. É amarga demais. E infelizmente também é do jogo.

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