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Paraná 2 x 0 CSA: Enquanto houver sol, ainda haverá?

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Créditos: Paraná Clube Oficial

Bom, amigos, antes de começar a escrever meu primeiro texto em 2021, gostaria de parafrasear um trecho da canção “Enquanto Houver Sol” dos Titãs.

“Quando não houver esperança. Quando não restar, nem ilusão. Ainda há de haver esperança. Em cada um de nós, algo de uma criança. Enquanto houver sol, enquanto houver sol. Ainda haverá…”

Mas, aí vocês me perguntam, o porquê desta canção? Bom, acho que a esperança de dias melhores deve ser intrínseca ao ser humano, em toda situação. No futebol então… Acho que só ela para guiar certos momentos.

Nos meus últimos textos de 2020, havia pontuado várias vezes que estava desanimado com o Paraná Clube e sem vontade de escrever. Bom, isso não mudou muito. Nem mesmo na praia, de férias, consegui me desligar desse time e ficar sem passar raiva.

Ainda continuo achando a permanência na Série B, bastante improvável, para não dizer, impossível. Porém, é inegável que a vitória contra o CSA, aliada aos tropeços dos adversários diretos, reacendeu um pouco a chama da esperança em parte da torcida paranista.

Foi uma vitória cirúrgica, construída com dois gols logo no primeiro tempo, diante de um adversário que briga pelo acesso, e que, no primeiro turno, aplicou um dos primeiros choques de realidade neste elenco, quando emplacou uma impiedosa goleada por 4 x 0.

Não dá pra deixar de falar sobre o Márcio Coelho. Apresentado menos de um dia após o pedido de demissão do Gilmar Dal Pozzo, o treinador tem tentado mudar o panorama da equipe.

Fez alterações, tem uma postura mais enérgica na beira do campo, aplicou uma nova forma de jogo. Tudo isso com menos de uma semana de trabalho, e com pouquíssimo tempo de treinamentos. Se ele mantiver o Paraná Clube na Série B, sou a favor de construir uma estátua, em frente à Vila Capanema.

Faltam 4 partidas. A matemática, implacável, aponta que são necessárias três vitórias para evitar a queda. A tabela do Paraná Clube não é das mais “difíceis”. Sampaio Corrêa, que apenas cumpre tabela; Cuiabá, o mais difícil entre os adversários, e que na minha opinião irá confirmar o acesso contra o Tricolor, na Vila (alô, Allan Aal!); Oeste, rebaixado na penúltima rodada; e fecha contra o Cruzeiro, sem maiores ambições, na última rodada.

A tabela de Figueirense, Náutico e Vitória, é meio complicada, pois a maioria dos confrontos será contra equipes que brigam pelas primeiras posições.

A matemática, apesar de tudo, ainda permite. A tabela, também. Volto a frisar, ainda acho improvável escapar. Mas, fé e esperança, enquanto houver sol, sempre serão bem vindas. Se isso não for suficiente, termino com mais uma citação, dessa vez, do Ramones: “I believe in miracles” (eu acredito em milagres)! Tu és guerreiro valente!! Joga com raça, oh meu Paraná!!!

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