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45/45! Batemos a meta. Dobramos a meta?

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Créditos: André Jonsson/OFEC

45 pontos, depois de 33 rodadas nós alcançamos o número mágico que os matemáticos dizem livrar as equipes do rebaixamento na Série B. A vitória contra o lanterna Oeste no Germano Krüger deu ao Operário a chance de poder respirar tranquilo na competição, possibilitando planejar o que é importante agora: a transição na gestão do futebol do clube e o planejamento para a Série B 2021.

Sobre a partida que deu segurança para que a temporada 2020 terminasse ok, não foi um grande jogo no Germano Krüger. O Fantasma entrou escalado com: Martín Rodríguez; Alex Silva, Bonfim, Reniê, Fabiano; Leandro Vilela, Marcelo, Tomas Bastos; Coutinho, Rafael Oller e Ricardo Bueno.

Na primeira etapa da partida, o Fantasma teve dificuldades em explorar as falhas defensivas do Oeste, que não estava em boa noite. A melhor chance dos alvinegros no primeiro tempo aconteceu aos 19 minutos, com lançamento de Alex Silva para Rafael Oller, que chutou rasteiro para fora. No lado paulista, o melhor lance foi um cruzamento de Pedrinho, que parecia vir sem direção, sem muita pretensão, mas que acabou batendo no travessão defendido por Martín.

A etapa complementar se encaminhava para o que foi a inicial, muitos erros defensivos dos visitantes e dificuldade do Operário em mandar a bola para o fundo da rede. E foi nessas batidas de cabeça, literalmente, que a defesa do Oeste proporcionou o primeiro gol do Fantasma. Com o choque entre os defensores visitantes, Rafael Oller recebeu sozinho na esquerda, invadiu a área do Oeste e teve a frieza para encobrir o goleiro Caíque França. É mais um golaço de MaradOller no Germano Krüger, aparentemente ele é proibido de fazer gol feio.

Com a vantagem no placar, Matheus Costa chamou Jean Carlo, Maranhão, Chorão, Schumacher e Pedro Ken. A preocupação agora era segurar os adversários e matar a partida. Aos 23 da segunda etapa, Pedrinho recebe livre e cabeceia na trave alvinegra, quase empatando o jogo. O Operário seguiu com dificuldade em explorar a fraca marcação do Oeste, até que, aos 45, Pedro Ken é derrubado na área. Ele mesmo fez a cobrança e garantiu a vitória e a permanência do Fantasma na B.

Mas e agora, com a meta batida, o que resta para o Operário na competição. Alcançamos a meta e vamos dobrar a meta? Acho muito difícil sonhar com o acesso nessa altura do campeonato, mesmo apenas 7 pontos atrás do 4º colocado CSA. A arrancada para o acesso teria de ser perfeita, os tropeços dos adversários teriam que acontecer do jeito certo. A probabilidade é pequena, mas enquanto tem bambu tem flecha, se ainda dá, não vejo por que não acreditar.

Ainda assim, mais importante que possibilidades de acesso e matemáticas que eu deixo para quem entende, afinal sou de sociais aplicadas, o Operário tem agora a chance de se organizar. Pensar em nomes para a gestão, pensar se da continuidade ao projeto do Grupo Gestor ou se só deixa tudo ajeitado para quem quiser assumir no lugar. É hora de analisar contas, patrocínios, pensar no plantel para o estadual que inicia no fim de fevereiro. Enfim, é hora de ter tranquilidade para fazer as coisas bem feito, talvez essa seja a verdadeira meta para encerrar essa temporada 2020, que se estendeu até janeiro de 2021.

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