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Eu queria o gestor Battistotti, presidente do Avaí, no Figueirense

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Créditos: Avaí Oficial

No primeiro dia do ano, o presidente do Avaí, Francisco Battistotti, participou do programa da rádio CBN/Diário e, entre outras declarações, destacou que tentará a carreira como gestor de futebol, podendo, inclusive, participar de outros clubes e até mesmo do Figueirense.

Descontando as amizades com treinadores ultrapassados, as declarações intempestivas acusando tudo e todos e a incapacidade de ouvir e se cercar de gente competente (não apenas dos amigos e puxa-sacos), eu aceitaria o gestor Francisco Battistotti no Scarpelli.

Vamos aos fatos!

Enquanto o Figueirense está no vermelho desde o início da década passada, o Avaí conseguiu equilibrar as contas e teve superávit em 2019.

Enquanto os jogadores das categorias de base do Figueirense deixaram o clube na justiça e/ou de graça, alguns dos jovens formados no Avaí estão rendendo muito dinheiro ao clube. São os casos do zagueiro Gabriel, do meia Rafinha, ambos na Premier League, Guga, no Atlético-MG, entre outros menos conhecidos. Aliás, Battistotti tem como marca da sua gestão, vender os jogadores, mas deixar percentuais com o Avaí, aumentando ainda mais os valores ganhos com futuras negociações. No Scarpelli, as categorias de base foram desativadas com a pandemia…

Enquanto o Figueirense firmou parceria com empresa de marketing (LX), que até agora nada fez, o Avaí tem profissionais gabaritados e alcança sucesso na área.

Enquanto o Avaí realiza ações para captar recursos, o Figueirense sequer tem loja on-line
Promessa era de loja on-line funcionando até o Natal, mas não aconteceu…

Enquanto o Figueirense sequer tem e-commerce de seus produtos, o Avaí tem lojas on-line, em seu estádio e até no aeroporto. No Scarpelli, sob a falácia de marca própria na confecção dos uniformes, o clube precisa pagar a uma malharia para poder vender aos torcedores, dificultando, assim, ações de marketing como o outubro rosa, camisa do centenário, uniforme 3, etc. Já o Avaí é vestido pela Umbro, outrora fornecedora de material do Figueirense durante quase toda a gestão PPP.

Em campo, o Figueirense patina e briga há três anos para não cair para a Série C, enquanto o Avaí no mesmo período disputou Série A e, se não fossem os arroubos intempestivos de sua diretoria e tudo aquilo que citei no começo do texto, provavelmente estaria próximo da vaga novamente.

Além disso, a atual gestão alvinegra entregou as chaves do futebol a neófitos como o treinador Elano e o gerente Luciano Sorriso. Ambos causaram um estrago retumbante, mexendo inclusive em profissionais identificados e conhecedores da história do clube. Tudo isso, sob o comando de José Carlos Lages, empresário que passou sem sucesso pelo Scarpelli no final dos anos 2000 e voltou com a chegada de Norton Boppré e sua turma no início de 2020.

Só comparando, enquanto o Avaí trouxe jogadores do quilate de Valdívia, Rodrigão, Alemão, Edilson, Ralf, todos oriundos da Série A; o Figueirense fez um catadão no sub-23 do país e em clubes parceiros de Lages. Daí vieram Elácio, Dudu, Lucas Carvalho, Keké, Gabriel Lima, Gabriel Barbosa e tantas outras ruindades.

Por fim, enquanto o Figueirense deu de bandeja sua história quase centenária, a ser completada em 12 de junho de 2021, a personagens no mínimo desconfiáveis (sem sequer uma pesquisa no google sobre suas trajetórias); o Avaí buscou parcerias com empresários de renome e gente da cidade (família Koerich, Daniel Alves, Eduardo Uram, etc).

Daniel Alves ajudou a viabilizar negócios no Avaí. Já o Figueirense…
…entregou sua gestão a empresa Elephant de Cláudio Vernalha e Honigman (foto) que quase faliu o clube!

Logicamente, este texto é uma provocação, mas fica a reflexão da necessidade de uma gestão minimamente profissional para o que o Figueirense volte a ser grande. Até o momento, a era PPP 2 não trouxe nada relevante, nem que empolgasse o torcedor. Já o Avaí ia bem até que seu presidente Francisco Battistotti perdesse a mão na vaidade.

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