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Bahia 90 anos

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Créditos: Divulgação / EC Bahia

Há um tempo, mais precisamente seis anos atrás, contei a história do clube humanizando na figura de um menino/homem. Poderia atualizar essa história, mas não considerei justo por tudo que representou aquele momento e por situação tão diferente que vivemos agora.

90 anos. Era pra pararmos a cidade com as comemorações. Não dava para prever que o Bahia faria aniversário em plena pandemia, com estádios vazios e proibições de aglomerações. Com toda dificuldade que vivemos em 2020, um dos muitos aprendizados que tive é de celebrar, especialmente em datas especiais. E eu tentei buscar as mais lindas palavras pra poder homenagear de forma justa o clube que faz parte da minha identidade. Seja pelo cansaço, pela tristeza das inúmeras partidas, pelo temor do futuro, pelo desgaste de tudo que vem rolado no campo e fora dele, vem a frustração por não ser capaz de honrar esse momento com a grandeza que ele merece.

O Bahia nos obriga a sentir. Mesmo que os sentimentos não sejam exatamente aqueles que desejamos. Bons e maus momentos, inúmeras pessoas que passaram, estão e chegarão; torcedores que se foram, os que permanecem e os que estão nascendo. Histórias que foram vividas e escritas tendo o clube como razão. E apesar de ser razão, depende de cada um de nós, com seu devido papel e com igual importância.

Quando celebramos, não ignoramos as dificuldades, mas optamos por valorizar a trajetória percorrida e emanar toda felicidade e bons sentimentos que vivemos e o que desejamos para o futuro. É alimentar os sonhos e a fé. Reunir forças para todos os percalços que vem pela frente, assim como ser grato por toda conquista alcançada. Celebrar também é uma forma de honrar aqueles que partiram. E celebrar não é sobre festejar, é muito mais sobre o estado de espírito de enaltecer. O rito que cada um possui e que nos junta enquanto coletivo.

É o vestir a camisa como compromisso sagrado no dia 1º janeiro (e nos demais dias sem tanta pompa), é a forma como se relaciona com o clube tendo fé numa entidade superior ou sendo o Bahia a sua expressão de fé. É na bandeira estendida, na identificação com as cores. É se permitir ser chamado de “Bahia” e sentir orgulho profundo. É o emocionar com o hino a cada versão, a cada toque, como se fosse a primeira vez. É o BBMP.

Dedicamos tanto a esse amor que as vezes precisamos lembrar que o hino é sobre nós. Torcedores. Nós somos a turma, a voz, o clamor, a vibração. Hoje é sobre celebrar esse amor. Nos demais dias é sobre vivê-lo, com todas as conquistas e dificuldades, mas com a certeza de que o Bahia prevalece.

#BBMP #Bahia90anos  

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Comentários

  1. Joelma Polmateer disse:

    Esse texto é coração em forma de palavras! Super

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