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Adeus Coxa velho

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Feliz ano novo. Chega ao fim mais um ciclo na vida do coxa-branca. Hoje se encerra o doloroso ano de 2020, o ano em que adoecemos e no qual fomos privados de exercer a maioria das nossas paixões. Dentre elas, esvaziar os pulmões no Major Antônio Couto Pereira.

Para o coxa-branca, é o fim de 2020, o fim do triênio de Samir Namur, e (discordando dos ultra-esperançosos, como já fui um dia) o fim da expectativa de se consolidar na série A.

O fim de 2020 vem com alívio para todos, principalmente dentro do Coritiba. Deixamos pra trás mais um péssimo ano para o clube. Um ano vexatório, na verdade. Mais uma campanha pífia na Copa do Brasil e no estadual e a (até agora) pior campanha da história da série A. Mas acabou. O fim de um ciclo dá a oportunidade de vivenciar um novo; e que seja menos angustiante.

O fim da gestão Samir Namur também traz alívios aos corações alviverdes. Trouxe esperança quando vimos pela primeira vez um presidente participar dos away days na arquibancadas, prometendo investimentos nas categorias de base e dias melhores no profissional. Findou com o presidente sendo considerado o pior da história (Bacellar, o anterior, respira aliviado), a base sendo excluída de importantes torneios, e os já citados vexames na cancha.

Segue penoso o futuro do lanterna do campeonato brasileiro. Finalmente o Coritiba se tornou o cai-cai, como queriam emplacar prematuramente os rivais. Agora sim somos um clube que enfrenta enormes dificuldades em se manter na série A. Vamos, aos poucos, deixando de ser um clube que frequenta tradicionalmente a elite.

Contudo, uma renovação aportou no Alto da Glória. Renato Follador foi eleito como presidente do clube há dois dias. Ainda não restam claras as reais intenções da equipe do novo presidente, mas ao torcedor cabe esperar que renovem as entranhas da administração, que realizem um trabalho mais focado no futebol profissional do que o que foi feito pelo Coritiba do Futuro.

Não deposito minhas esperanças em Follador. Também não depositaria em Vialle, e muito menos em Samir. Deposito minhas esperanças na instituição Coritiba e na sua torcida. Só nós podemos erguer esse clube (a péssima campanha durante a pandemia é elucidativa). A que nunca abandona seguirá, e levantará a instituição abatida.

Pois o Coritiba, ganhando ou perdendo, é alegria; é a festa do povão. É carnaval, é descontrole. É festa, é canto, é bandeira, é promessa, é o torcedor ensandecido. Enquanto tivermos isso, teremos tudo. Enquanto tivemos isso, seremos Coritiba. Sejamos Coritiba.

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