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O fantasma japonês

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Créditos: Foto: Vitor Silva/Botafogo

O meia Keisuke Honda pediu sua rescisão contratual à diretoria do Botafogo. Desta forma, ele deixará o clube quase onze meses depois de sua tão comemorada contratação.

A torcida fez campanha, virou madrugadas na internet e colocou uma multidão no aeroporto do Galeão para recebê-lo. Em troca, recebeu muitos tweets, pouquíssimo futebol e nenhuma representatividade.

Honda não acrescentou nada do ponto de vista técnico. Também não foi marcante na área do marketing. Como figura de liderança dentro do elenco, foi nulo – como pode-se ver, inclusive, através dos bastidores divulgados pelo clube no YouTube.

Sempre silencioso dentro e fora de campo, Honda foi o fantasma japonês. Deixará General Severiano sendo apenas um grande custo desperdiçado. Não correspondeu às expectativas geradas pela sua contratação.

Mas, acima de tudo, foi uma decepção para a torcida. Um povo caloroso que o abraçou desde o primeiro dia, o defendeu, o carregou nas costas (literalmente) e viveu sozinho uma relação que não existiu.

Honda jamais se aproximou. Jamais se deixou levar pelo botafoguismo. Jamais deu às caras quando o clube mais precisava. No meio do turbilhão, decidiu ir embora. Que vá. Não dá nem para dizer que fará falta.

Em momento nenhum se permitiu mergulhar. E o Alvinegro não tem mais espaço para relações rasas.

Hoje, mais do que nunca, o Botafogo precisa de quem vista a camisa. Mais do que retorno técnico, mais do que resposta tática; o Glorioso precisa de alguém que queira estar conosco de corpo e alma. Que queira fazer história. Que queira incorporar o espírito dos que tanto venceram por aqui.

Honda nunca quis. Que siga sua vida e nunca mais abra a boca para falar do Botafogo. Ele não merece.

A reconstrução se aproxima. Se precisamos nos livrar de tudo o que é nocivo, Honda fez bem em sair. Que vá embora e leve sua passividade, seu silêncio e sua indiferença para bem longe.

O Botafogo somos nós.

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