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Em noite de gala, CSA bate o Vitória e se fortalece na luta pelo acesso: 3 a 0

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Créditos: Ascom CSA

O CSA foi soberano contra o Vitória no Rei Pelé e bateu os baianos por 3 a 0. O triunfo gigantesco deixou o Azulão a um ponto do G-4. Os tentos azulinos foram anotados por Rafael Bilu, Rodolfo Filemon e Nadson. A partida foi válida pela 31ª rodada da Série B do Brasileirão.

Com o grande resultado, a equipe azulina sobe uma posição e ocupa agora o 5º lugar, com 48 pontos somados até aqui. Agora, o Azulão só voltará a campo em 2021, quando enfrentará o Sampaio Corrêa no dia 2 de janeiro em casa.

Foi a vitória que o torcedor azulino precisava para pegar confiança de vez e acreditar no acesso. Como disse o grande comentarista Jorge Moraes: “o jogo mais fácil do CSA nesta Série B”. E realmente foi assim!

No início da partida, os visitantes até tentaram impor uma pressão. O Azulão não se intimidou e foi mortal logo na primeira chegada, aos 4 minutos, quando Pimpão lançou pra Bilu, sozinho na pequena área, balançar o capim no fundo do gol.

Não poderia ter hora melhor para marcar. O tento anotado no começo foi essencial para a grande exibição da equipe azulina, pois se deparou com um adversário desestabilizado mentalmente e taticamente.

O esquadrão marujo aproveitou a fragilidade da defesa rubro-negra, foi muito superior e o resultado poderia ser mais elástico. Paulo Sérgio e Rodrigo Pimpão – que teve uma atuação gigantesca e infernizou a vida dos laterais do Vitória – chegaram a perder gols feitos, chances que não desperdiçariam normalmente.

Outro fator importante foi a atuação da defesa. O Vitória foi a campo com uma proposta de jogo aéreo, insistiu incansavelmente na bola alçada na área, mas Castán e Filemon aguentaram bem. A partida de hoje mostrou uma evolução muito grande da dupla de zaga, que se portou com mais segurança e demostrou um entrosamento maior.

O camisa 4 do Azulão ainda marcou um gol, o segundo da equipe no jogo. Ok, foi sem querer, mas é bola na rede! Mas é nítido que o tento anotado traz mais confiança para o zagueiro, que não teve um início muito bom e foi assolado por falhas logo na estreia.

Caminhando mais à frente na formação tática, outro grande destaque foi o Nadson. Um dos jogadores mais importantes no estilo de jogo implantado pelo Mozart. O cara da criação, a cabeça pensante da equipe. O gol que ele marcou hoje mostra o quanto é diferenciado.

O CSA fez contra o Vitória exatamente o que o torcedor espera: chutar mais para o gol. Diferentemente de outras partidas, o time não foi passivo quando trocava passes no ataque e não criava chances.

A equipe procurou o jogo aéreo, apostou na dobradinha entre laterais e pontas para mandar a bola para a área. Talvez esta seja a solução para o ataque do CSA, que é qualificadíssimo, quebrar marcações mais pesadas e marcar mais gols.

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