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Em Minas, VINGOU!

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Créditos: Foto: Bruno Cantini / Atlético

Minas Gerais tem dona! As vingadoras superaram o Cruzeiro nas disputas de pênaltis no Mineirão e levaram a taça para casa! O jogo foi com muita emoção, como um clássico promete!

As vingadoras, que tiveram um desfalque de última hora – Flávia Gil, nossa referência da zaga, foi testada positivo para a Covid-19 – foram a campo com o que tinham de melhor. A defesa não sentiu a entrada de Tati e se manteve segura, o meio de campo teve qualidade com a dupla Pissaia e Guedes, que avançaram ao ataque aproveitando a velocidade de Gabizinha e Joyce.

O Cruzeiro teve mais volume de jogo, mas as vingadoras cumpriram com o que entraram dispostas a fazer. O primeiro gol saiu aos 31 minutos, em um chute de Gabizinha que encobriu a goleira. A equipe celeste virou a partida com dois gols de Vanessa, um aos 45 do primeiro tempo e outro aos 37 do segundo. Mas o Galo não desiste! Ao som de muito ‘eu acredito’ nos cantos da torcida comandada por um DJ, as vingadoras deram raça para buscar o resultado. Marcaram! De uma batida de escanteio e cabeceio na pequena área o gol saiu. O problema é que a arbitragem anulou. A bandeirinha indicou que a bola havia feito a curva por fora, mas as imagens da televisão mostraram que foi um erro a invalidação.

O enredo já estava ficando dramático. Mais sete minutos de acréscimo, era o tempo que tínhamos para buscar o empate. Aos 52, quando o banco do Cruzeiro já comemorava, Marcella, cria da base de 17 anos, chutou de fora da área para levar a disputa para os pênaltis!

Foto: Bruno Cantini / Atlético

E assim foi, com a cara do Galo, com o sofrimento que sempre nos é colocado, as duas equipes, invictas, disputariam a taça nas penalidades. Na primeira batida do Cruzeiro, Amanda defendeu, deixando as vingadoras em vantagem. Todas as outras cobranças foram convertidas e, quando Dani marcou a quinta penalidade o Mineirão explodiu em preto e branco!

A festa foi para lavar a alma de um ano difícil que as vingadoras não se classificaram no Brasileiro A2 por um detalhe – ou pelo fato de ter tido duas estreias, como diz o técnico Hoffmann.

Foto: Bruno Cantini / Atlético

Ao site do Atlético, a nossa capitã Ilana falou sobre a conquista:

“Acho que a gente fez por merecer. Uma coisa que o Clube Atlético Mineiro me ensinou é lutar até o final porque essa camisa enverga varal e hoje a gente provou isso aqui. Acreditamos até o último minuto, encontramos o gol no final e, para as penalidades, a gente havia treinado, sabia onde ia bater e estávamos confiantes. Então, esse troféu é merecido e vai para toda a Massa”.

O maior campeão de Minas Gerais aumentou sua vantagem e chegou ao 11º título estadual! Em uma final histórica, cheia de pioneirismos, quem levou a melhor foi o Galo. Em Minas, as vingadoras VINGARAM!

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