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Com aproveitamento de G4, Vagner Mancini eleva moral do Corinthians

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Créditos: Imagem: Marcello Zambrana/AGIF

Que Vagner Mancini não é o profissional dos sonhos do torcedor corinthiano, estamos cansados de saber.

Convocado pela diretoria alvinegra para administrar o estrago causado pelo aspirante a treinador, Dyego Coelho, no período em que este esteve à frente da equipe profissional do alvinegro do Parque São Jorge, Mancini desembarcou na cidade de São Paulo sob muita desconfiança, apesar de seu excelente trabalho à frente de um modesto Atlético GO nas rodadas iniciais do Brasileirão.

O receio da fiel se justificava:

Com dois rebaixamentos no currículo e passagens por outras três campanhas que culminaram em quedas à segunda divisão, o ‘professor’ se apresentava a um Corinthians em turbulência com o estigma de ser uma espécie de “rei do descenso”.

Abalados pela grave crise institucional promovida por Andrés Sanchez e companhia, e cientes das limitações técnicas do atual elenco corinthiano, os mais pessimistas já se preparavam para o pior.

Travar uma batalha contra o fantasma de 2007 parecia ser um cenário provável.

Porém, o roteiro do heptacampeão brasileiro ganhou ares de esperança a partir do início da caminhada do já experiente técnico.

Ao organizar o sistema defensivo da equipe e conseguir uma sequência de bons resultados ancorado a um futebol reativo e de muita entrega, Mancini ganhou o respaldo do grupo de jogadores, caiu nas graças da torcida e agora mira a parte de cima da tabela.

Com um aproveitamento de 60% dos pontos disputados, o treinador – que já acumula 12 partidas no comando do timão – tem um desempenho de G4 na competição nacional.

Vale destacarmos que Mancini também foi fundamental para o retorno do lateral Fábio Santos a sua antiga (e eterna) casa.

Foi ele quem solicitou aos dirigentes corinthianos que contratassem o então reserva do Atlético MG, que chegou para resolver o lado esquerdo do time e ser uma das referências do vestiário.

Com o Goiás pela frente, na noite desta segunda-feira (21), o desafio da vez é fazer com que o Corinthians consiga se impor, criando chances e furando o bloqueio esmeraldino.

Bem contra adversários que buscam o ataque e consequentemente deixam espaços na zona defensiva, a equipe não costuma se sentir confortável diante de rivais que ‘fecham a casinha’ e jogam por uma bola.

Fazer do Coringão um time mais criativo é a mais nova (e dura) missão do ‘professor’.

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