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Sport deixa vitória escapar na Ilha do Retiro

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Créditos: (Foto: Anderson Stevens / Sport Club do Recife)

Vindo de um importante triunfo no confronto direto contra o Coritiba, o Sport recebeu o Grêmio na Ilha do Retiro e teve a chance de emplacar sua segunda vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro, podendo abrir uma distância maior para a zona de rebaixamento. O Leão saiu na frente, ficou com um jogador a mais e teve chances para ampliar a vantagem, mas desperdiçou e, num pênalti bobo, cedeu o empate aos gaúchos.

Como já era esperado, a equipe de Renato Gaúcho buscou se impor desde o começo, tentando fazer jus ao favoritismo e dar uma resposta para sua torcida para amenizar a dor da eliminação na Libertadores no meio de semana. Mas mesmo com mais posse de bola e presença no campo de ataque por parte dos visitantes, foram os rubro-negros quem saíram na frente, quando Lucas Mugni comandou um belo contra-ataque, tabelou com Patric e serviu Dalberto, que apenas empurrou para o gol.

O restante da primeira etapa seguiu o roteiro do ”Venturismo” em seus melhores dias. Um Sport que, com todas as deficiências, sabia se defender bem e neutralizar as tentativas do oponente, de forma que o Grêmio só conseguiu assustar duas vezes: primeiro numa travada de Cortez com a zaga, onde Júnior Tavares afastou o perigo quando a bola já tinha passado por Luan Polli, e depois somente aos 40 minutos numa cabeçada de Churín para fora.

O segundo tempo se desenhava ainda mais favorável para os pernambucanos. Duas boas chances nos primeiros cinco minutos, num contra-ataque que Kanneman mandou para a linha de fundo, e na cobrança do mesmo escanteio, quando Mugni por pouco não alcançou a bola para empurrar para as redes. Aos seis, Kanneman foi expulso, e as chances seguiram surgindo: aos oito, Dalberto recebeu livre de Thiago Neves e mandou para fora, aos onze, o camisa 30 tabelou com Mugni earrematou com perigo, também para fora.

O Tricolor, que só havia chegado em chute de Ferreira, que sequer acertou o alvo, ganhou um pênalti de presente. Marcão, aos 23, cometeu falta desnecessária dentro da grande área em Churín, e na cobrança Pepê empatou o placar. Poucos minutos depois, Bruno Cortez cabeceia a bola no próprio braço, mas nada foi marcado.

O empate, que antes do início do embate não era de todo mal, passou a ter uma sensação de derrota para os leoninos, que tiveram tudo nas mãos para conquistar três pontos fundamentais, mas que viram a limitação técnica falar muito alto e custar muito caro. No pênalti desnecessário, nas chances de matar o jogo que foram perdidas e na falta de criatividade com um a mais após o gol sofrido. Ainda que os jogos tentem facilitar, o próprio Sport dificulta, fazendo com que seja tudo sofrido até o último instante. Como sempre.

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