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A traumática queda do Grêmio na Libertadores

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Créditos: Grêmio Oficial

São sempre cinzentos os dias seguintes às eliminações na Copa Libertadores para os gremistas. Mesmo que o sol apareça na rua, a nossa alma vai se despedaçando aos poucos nas 24 horas que se sucedem a uma queda na competição mais relevante da América Latina. O café da manhã não tem sabor, o trabalho parece mais pesado do que de costume, os prazeres geram dor e o que existe de ruim fica ainda pior.

O dia seguinte aos 4 a 1 sofrido diante do Santos não foi diferente. O recuo do Jean Pyerre esteve presente em vários momentos da nossa rotina. Invariavelmente repetimos mentalmente o lance por várias e várias vezes, sempre, claro, com uma lamentação diferente. O fato é que a desclassificação na Vila Belmiro foi traumática e vai demorar ainda alguns dias para ser digerida. Que nos curemos logo. Tem mais decisões por vir.

Sobre o jogo em si, vamos começar, obviamente, pelo começo, perdoem a redundância, mas neste caso foi em segundos o começo da nossa derrocada. Eu nunca vou queimar jogadores jovens oriundos da Base do Grêmio. Mas amor incondicional não. O passe errado de Jean Pyerre é erro técnico, grave, mas que acontece com todos. O que incomoda é a postura blasé. Tomando três na cola e parece que está em Paris passeando.

Avaliando a escalação levada ao campo por Renato Portaluppi, achei muito estranho Kannemann, um dos maiores símbolos das últimas conquistas ao lado de Geromel, no banco de reservas. Dito isso, não consigo culpar o técnico. Ele escalou 95% do time que a torcida queria. Jean Pyerre e Orejuela entre os titulares. E a equipe que entrou em campo era melhor que a do Santos. Faltou competir.

O Grêmio foi dominado em, pelo menos, 3/4 dos 180 minutos. E isso tendo um elenco muito superior ao do adversário. O espírito competitivo foi o fator preponderante para a eliminação. Eles competiram, tiveram sangue no olho, lutaram. Nós só jogamos. E isso é sempre pior do que perder na bola, na qualidade. Abandonar o sonho do tetra sabendo que não deixamos tudo em campo é sempre mais complicado de aceitar.

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