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Não há como enviar energias a quem já está morto

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Créditos: Foto: Vitor Silva/Botafogo

Carlos Augusto Montenegro, Ricardo Rotenberg, Marco Agostini, Nelson Muffarrej, Carlos Eduardo Pereira, Alessandro Leite, Luiz Roberto Alves, Luiz Felipe Novis, Leticia Gastaldoni, Alvaro Antunes.

Kevin, Marcinho, Marcelo Benevenuto, Victor Luis, Rafael Forster, Zé Welison, Honda, Luiz Otávio, Cícero, Bruno Nazário, Rhuan, Pedro Raul, Fernando, Kalou, Rentería, Davi Araújo, Guilherme Santos, Kelvin, Barrandeguy, Matheus Babi.

Essa é só uma lista inicial (porque, diante da raiva, posso ter esquecido de alguém). Caso o Botafogo tivesse o mínimo de dignidade, essas pessoas não deveriam nem poder pisar em General Severiano a partir de hoje. São vermes responsáveis por uma das maiores manchas da história do clube.

O Botafogo já está rebaixado. E só agora, depois de mais uma humilhação, desta vez para o São Paulo, percebi que todos estes já haviam aceitado isso. Bem antes de mim. Talvez lá no empate com o Goiás. Ou antes. De lá pra cá, a única coisa que fizeram foi desonrar essa camisa tão pesada sem sequer suá-la.

Pedi aqui, em meu último texto, que enviássemos boas energias. As melhores possíveis. Mas não há como enviar boas energias a quem já está morto. E este time do Botafogo, sinceramente, só falta enterrar. Chega a dar nojo, tamanha displicência e falta de vontade de mostrar o mínimo. Asco.

Eu vi o jogo do Goiás. Um time menor, com menos poder de investimento, um elenco ainda pior que o nosso (será?) e menos pontos na tabela (por enquanto). O que faziam? Se matavam em campo. Se doavam em cada jogada. Mesmo que fosse improvável. E ganharam. Ganharam porque mereceram.

Nós não merecemos nem mais um ponto sequer. Deveriam afastar todo este elenco asqueroso e partir pra uma das duas únicas alternativas: abandonar o campeonato ou escalar o time Sub-20. Este, sim, daria o sangue. A história do Glorioso não merece nem mais um minuto deste time de pilantras.

Que seja iniciado o planejamento para a Série B. Sem falácias, com muito trabalho e pelo menos algum profissionalismo. Que Durcésio fale menos e faça mais, muito mais. É o mínimo que precisamos para continuar existindo – ainda que, com o panorama atual, seja mais digno encerrar as atividades.

O Botafogo, morreu. E mata. Mata porque faz mal à saúde. Porque prejudica a vista. Porque maltrata o coração. Porque pisa em sua própria história, tão linda, escrita com suor e garra em cada capítulo seu. Hoje, o Botafogo definha. E não merecemos nos arrastar.

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Comentários

  1. Ricardo Pereira disse:

    É isso. O Botafogo está morrendo e me matando aos poucos.
    A cada jogo me sinto doente, morto por dentro.
    É a primeira vez na vida que sinto vergonha de um dos meus maiores motivos de orgulho.

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