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Desfalques, retornos e mais uma decisão pela frente: quais as opções de Jair Ventura?

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Créditos: (Foto: Anderson Stevens / Sport Club do Recife)

Depois de amargar quatro derrotas consecutivas, o Sport recebe o Coritiba na Ilha do Retiro em um confronto direto entre duas equipes desesperadas para fugir do rebaixamento. A partida está marcada para às 18:15 deste domingo (13) e é válida pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, onde o Leão se encontra na 16ª colocação com 25 pontos e o Alviverde na 18ª posição, com 21. Para os pernambucanos, vale a oportunidade de afundar um concorrente e se distanciar, enquanto os paranaenses tem a chance de reduzir para apenas um ponto a diferença em relação ao primeiro time fora da zona da degola.

O técnico Jair Ventura não terá à disposição o volante Ricardinho, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, além de ter perdido o atacante Leandro Barcia, que rompeu os ligamentos do joelho e está fora de combate até o fim da temporada. Por outro lado, volta a contar com o zagueiro Adryelson e como atacante Marquinhos, que retornam de suspensão, além de Raul Prata, recuperado de lesão.

Com isso, o comandante rubro-negro inevitavelmente terá que promover mudanças na espinha dorsal de seu time, uma vez que perde dois titulares absolutos. E é aí que vários cenários se apresentam para Ventura no que diz respeito à formação inicial:

Três zagueiros, dois volantes – O Leão passou em branco em quatro dos últimos cinco jogos, e optar por estratégias impositivas nos últimos dois desafios como mandante (contra Vasco e Atlético-GO) custou caro aos recifenses, que perderam em ambas as ocasiões. Só balançou as redes na derrota por 4×2 contra o Santos, atuando com a formação composta por três zagueiros e dois volantes, onde apesar da proposta defensiva, houve maior munição na saída de jogo. Caso escolha repetir os passos da última partida onde houve alguma resposta ofensiva por parte do Sport, Jair pode escalar da seguinte forma: Luan Polli; Patric, Adryelson, Maidana, Chico (Rafael Thyere), Raul Prata; Marcão, Betinho, Mugni; Marquinhos, Dalberto (Mikael). Sem entregar resultado nas últimas vezes que entrou em campo, Thiago Neves continuaria no banco, visto que esse esquema acaba sacrificando uma vaga no setor ofensivo.

Três zagueiros, um volante de origem – Com motivos citados anteriormente para acreditar que optar por três zagueiros não necessariamente empobrece a criatividade e ofensividade da equipe, há outro caminho para Jair Ventura montar o Sport seguindo essa estratégia. Se decidir não abrir mão de ter mais uma peça na criação e voltar a escalar Thiago Neves, que apesar dos maus jogos recentes já mostrou que pode ser importante, e preferir não escalar Betinho de frente, tendo em vista o longo tempo que o volante passou afastado devido a um problema cardíaco e está sem ritmo de jogo, o treinador pode recuar Mugni para a função de volante, uma vez que o atleta vem sendo muito importante na marcação e por ser essencialmente um jogador de criação, tende a melhorar a saída de bola e construção de jogadas. Assim, os donos da casa iriam com: Luan Polli; Patric, Adryelson, Maidana, Chico (Rafael Thyere), Raul Prata; Marcão, Mugni, Thiago Neves; Marquinhos e Dalberto (Mikael). Como Thiago Neves não vem de bons jogos, Jonathan Gómez é outra alternativa para sua vaga.

Dois zagueiros, dois volantes – Por outro lado, até aqui o os leoninos não entraram em campo em nenhuma partida como mandante com três zagueiros. Se não quiser mudar isso, Jair terá sua ”tradicional” dupla de zaga à disposição e poderá preencher o meio de campo com dois jogadores de marcação e dois de criação. Luan Polli; Patric, Adryelson, Maidana, Raul Prata; Marcão, Betinho, Mugni, Thiago Neves; Marquinhos e Dalberto (Mikael). Em contrapartida, foi com essa a estratégia usada no fiasco dentro de casa contra o Vasco, que chegava para o confronto de forma semelhante ao Coritiba e soube se aproveitar da fragilidade e exposição rubro-negra.

Dois zagueiros, três meias – Na vitória contra o Corinthians e no segundo tempo contra o Athletico, o Sport teve duas de suas atuações mais sólidas no Brasileirão até aqui. Em ambas as ocasiões, a equipe contava com Adryelson e Maidana na dupla de zaga e o meio de campo reforçado na criação com Mugni, Thiago Neves e Jonathan Gómez. Com todos esses à disposição, Jair Ventura pode repetir a ideia. No entanto, com isso haveria a necessidade de abrir mão de um segundo volante ou da presença de um atacante, que provavelmente seria Marquinhos, visto que o centroavante (ou falso nove, no caso de Dalberto) dificilmente seria sacado. Luan Polli; Patric, Adryelson, Maidana e Raul Prata; Marcão, Betinho (Marquinhos), Mugni, Thiago Neves e Jonathan Gómez; Dalberto. Optando por Marquinhos e entrando com três meias e dois atacantes, no entanto, Jair buscaria uma ofensividade com peças que não tem correspondido (segundo pior ataque do campeonato) e assumiria o risco de uma defesa muito exposta, tal como ocorreu na derrota para o Atlético-GO.

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