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Você já jogou com seu ídolo? Eu já!!!

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Créditos: Cristiano Andujar/MeuFigueira

Provavelmente todo torcedor já sonhou em jogar ao lado de seu ídolo. Também faço parte desta lista, mas, diferente de 99,9% dos demais, consegui realizar o sonho. Não foi no Scarpelli, vestindo a camisa do Figueirense, muito menos em partida oficial, porém dividi o mesmo gramado que Fernandes.

Explico e relembro…

Quinta-feira é o tradicional dia do TBT (Throwback Thursday ou Quinta-feira do retorno), uma brincadeira criada nas redes sociais e expandida durante essa pandemia. Então, começo o dia recordando 29 de novembro de 2012, quando participei da “Despedida dos Ídolos”. Naquela ocasião, ao lado de muitas outras pessoas, organizei/divulguei/chorei/joguei/celebrei as saídas de Fernandes e Wilson do Figueirense, simplesmente o maior artilheiro e o goleiro que vestiu a camisa 1 por seis temporadas.

Em campo para a Despedida de Fernandes e Wilson. Foto: Cristiano Andujar/MeuFigueira

Naquele dia, ambos encerraram seus ciclos (em campo) no alvinegro numa pelada ao lado de torcedores, entre os quais eu. Tanto Fernandes quanto Wilson foram “impedidos” de darem o último tchau a quem os admirava no palco adequado, neste caso o estádio Orlando Scarpelli. A diretoria da época, que não me cabe nominar, achou que eles não mereciam tal honraria, mas fizeram homenagens a outros jogadores com mensagens de adeus no site oficial.

Passou, ficou na memória e até hoje Fernandes diz que não precisa de uma despedida no Scarpelli, pois aquela que organizamos, num complexo de futebol sintético, já fora o suficiente. Como sempre, um gentleman! Wilson ainda segue jogando e é ídolo do Coritiba, clube, que assim como o Figueirense, defende por anos com grande maestria.

Na minha geração, ninguém foi maior que Fernandes para nós alvinegros. Não, ele não foi um fenômeno em campo, não jogou mais que Edmundo (entre outros) com a camisa do Figueirense numa Série A, não teve sucesso em grandes clubes do país, mas é o nosso ídolo por jogadas, gols (a maioria em Séries B, C e estadual), mas principalmente por suas atitudes dentro e fora de campo. F10 sempre foi um de nós, aquele cara que nos orgulhava!

As lesões (ombro, nariz, coxa, musculares) provavelmente fizeram com que sua carreira não tivesse atingido o potencial máximo. Por outro lado, permitiram com que ele ficasse entre 1999 e 2012 no Figueirense (teve passagens por Palmeiras e Coreia do Sul no período), tornando-se referência e o maior ídolo da minha geração.

Momento celebrou anos com a camisa do Figueirense. Foto: Cristiano Andujar/MeuFigueira

Fernandes e Wilson foram contestados, enfrentaram a desconfiança da torcida/técnicos/imprensa, ficaram por vezes no banco de reservas, mas sempre foram as referências para o alvinegro. Impedi-los de se despedirem do torcedor foi um erro gravíssimo (nunca esquecido), mas proporcionou um dos momentos mais importantes na minha vida: a “Despedida dos Ídolos” em 29 de novembro de 2012.

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