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Futebol de antigamente

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Nelinho e Procópio: ídolos de Atlético e Cruzeiro 

“Futebol em dia de festa, Atlético e Cruzeiro jogam no Mineirão, à primeira partida da melhor de três pelo título máximo. Público vibrante, grande renda, mais de duzentos e quarenta mil cruzeiros novos. E os lances sensacionais registrados pelas câmeras do canal 100.”

Era assim que o locutor do canal 100 Cid Moreira narrava o espetáculo entre Cruzeiro e Atlético pela final do campeonato mineiro do ano de 1968.

Cruzeiro: Raul; Pedro Paulo, Vicente, Procópio e Neto; Zé Carlos e Tostão; Natal, Evaldo, Dirceu Lopes e Hilton Oliveira. Técnico: Orlando Antônio.

Atlético: Luizinho (Mussula); Canindé, Vander, Grapete e Décio Teixeira; Vanderlei Paiva e Amauri Horta; Buião, Ronaldo, Beto (Bibi) e Tião. Técnico: Fleitas Solich.

Uma diferença colossal entre os dois elencos em campo um dos melhores Cruzeiros de todos os tempos e do outro lado da lagoa um Atlético com jogadores pouco conhecidos, mas clássico é clássico.

O escrete celeste vinha do tricampeonato mineiro de (1965,1966, e,1967). E do inesquecível título da Taça Brasil de 1966, que falarei nas próximas colunas que irei escrever em breve nesta folha.

O espetáculo que acontecia no gigante da Pampulha, envolvia um time celeste mágico, brilhante, com um futebol absurdamente lindo e bem jogado. Já pelo lado alvinegro, não poderíamos dizer a mesmas coisas, era um Atlético caótico, cambaleante. Bem diferente do time que seria formado por Telê no começo dos anos 1970.

A partida mal começou e o Cruzeiro já abria o marcador, logo após o time alvinegro desperdiçar uma cobrança de pênalti defendida pelo extraordinário goleiro celeste Raul Plassmann. Foram 2 a 0 nos primeiros quarenta e cinco minutos, Buião chegou a diminuir para o Atlético, mas logo depois o Cruzeiro conquistava o seu terceiro tento com um gol do belíssimo jogador Natal. E por fim, o juiz Armando Marques dava por encerrado o jogo sensacional. A esquipe celeste ficava há um passe do título mineiro de 1968.

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Comentários

  1. Soreia Felipe disse:

    Gostei muito do texto. Alexsander Canedo sabe muito de futebol,alem de ser apaixonado pelo esporte.
    Parabéns Alexsander! Sucesso!

  2. Parabéns pela belíssima matéria, tempos do futebol que jamais podem ser esquecidos.

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