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Créditos: Coritiba/Divulgação

Coritiba 0x1 Corinthians. “Vitória com cara de Corinthians”, definiu o volante Gabriel, do time alvinegro ao final da partida. Quem sou eu pra discordar? Assim como no primeiro turno, o Coxa foi novamente prejudicado pela arbitragem contra o time paulista, mais um pênalti inexplicável que a cabine do VAR arranjou.

Apesar da interferência direta no resultado do árbitro Leandro Vuaden e de Daniel Bins (VAR), podemos dizer, também, que essa foi mais uma derrota com cara desse Coritiba. Um time pragmático, inofensivo, de péssimas decisões dentro do campo de ataque e que aceita de forma passiva que o adversário domine as ações.

Claro, o elenco é limitado, não se espera que o Coritiba jogue de peito aberto contra todos os times e em qualquer situação, porém o fato dessa passividade ser recorrente chega a ser irritante para o torcedor.

O barco vai se afundando cada vez mais e, pra piorar, o time parece conformado com isso. O torcedor sente a apatia, falta aquilo que tanto pedimos na arquibancada quando sabemos que o plantel não é dos mais qualificados: raça.

Sobre o jogo em si nem há muito o que comentar além da penalidade mal marcada para os visitantes. O Coxa só foi levar algum perigo real no final da partida em chute forte de Sarrafiore que parou em boa defesa do goleiro adversário.

O técnico Rodrigo Santana errou feio hoje. Matou Giovanni Augusto no primeiro tempo escalando-o de falso 9. Logo ele que tem sido o único cara mais lúcido do meio-campo coxa-branca há algumas partidas. O time foi lastimável, mas Robson e Matheus Sales conseguiram destoar, pra pior! Ambos errando absolutamente tudo.

A única notícia boa no meio disso tudo foi a volta de Rafinha. Teve uma atuação discreta, é verdade, mas é bom ver que, após quase 4 meses parado por lesão, finalmente pode voltar a jogar (os 90 minutos, por sinal). Importante não só pelo futebol, mas também creio que ele possa ser uma virada de chave na apatia que já virou marca desse Coritiba por sua característica raçuda e explosiva dentro de campo.

Por enquanto o que resta ao torcedor é se apegar a qualquer coisa para acreditar numa mudança radical no futebol jogado e principalmente de postura, caso contrário, o pior já bate à porta.

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