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DIA DA CONSCIÊNCIA: NEGRA E DE SÁ PINTO

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Créditos: Twitter oficial do Vasco.

Salve salve galera futebolesca, dia tão importante para todos nós brasileiros: Dia da Consciência Negra, no qual devemos olhar para dentro de nós e fazermos várias reflexões sobre nossas posturas no dia a dia, sobre nossa luta, sobre nossa empatia e sabedoria de que jamais, uma pessoa será melhor que a outra por causa da cor da pele.

Como vascaíno apaixonado, muito me orgulho da história do meu clube, o VASCO DA GAMA. Sim em letras garrafais, pois nesse dia tão especial, nós torcedores, nos orgulhamos da RESPOSTA HISTÓRICA, feita no dia 7 de abril de 1924, endereçado a A.M.E.A, espécie de Federação do Rio na época. Ela determinava o banimento de 12 jogadores negros do Vasco. O clube reconhecendo o valor de cada ser humano que compunha o seu plantel, disse não e se desfiliou. Sendo esse o maior orgulho de todos os vascaínos foi também, o pioneiro de fato, na luta pela igualdade racial no futebol brasileiro.

Craques inesquecíveis que viraram ídolos como: Sabará, Jaguaré, Ely, Jorge, Jorginho Carvoeiro, Dener, Romário, Odvan, Zé do Carmo, Mazinho, Quiñonez, Marco Aurélio, Vagner, Nasa, Donizete, Alfredo II e principalmente Barbosa, estarão para sempre na história do clube. Todos merecem um busto em um futuro Museu do Vasco, em São Januário.

Que a Consciência de igualdade e empatia seja diária!

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Já que a palavra consciência está sendo tão usada hoje, que tal usá-la para o técnico Ricardo Sá Pinto?

Que danado de time tão retrancado e covarde, preocupado apenas em marcar, se defender e não tomar gol contra o mediano Fortaleza? Será que Sá Pinto não conhece a grandeza do Vasco da Gama? É inadmissível jogarmos de forma tão medrosa em São Januário, seja contra quem for principalmente contra um elenco igual ou inferior ao nosso. Um esquema com três zagueiros e dois volantes, não pode exigir que os alas, fiquem presos a marcação, que o meia ofensivo se preocupe primeiro em marcar e que o único ponta se sacrifique na defesa. Germán Cano ficou literalmente isolado, sem receber uma única bola pra finalizar e ainda foi visto inúmeras vezes no campo de defesa marcando.

Nas substituições, trocou seis por meia dúzia, com jogadores das mesmas posições, exceto quando mexeu erroneamente no fim tirando o Pikachu, pelo Vinicius, sem alterar o esquema, indo até o final com três zagueiros e dois volantes. Sinais dos tempos: Elenco fraco e técnico covarde, contra o mediano Fortaleza.

Qualquer Pinto só faz sucesso, se usar várias posições!

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Comentários

  1. Aderval disse:

    Parabéns Joe !!!

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