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Péssima atuação do Inter e eliminação nos pênaltis

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Créditos: RICARDO DUARTE/ INTERNACIONAL

Se o time do Inter fosse um livro ele se chamaria Crônicas de uma morte anunciada, de Gabriel García Márquez, e se eu pudesse resumir o Inter em uma frase eu usaria o humorista Barão de Itararé: ” de onde menos se espera, daí é que não sai nada”. Eu antes de ver o jogo já tinha um mau pressentimento quanto ao que veria em campo, achava que não conseguiríamos, infelizmente, passar pelo simples time do América, o que foi confirmado em campo e corrobora a frase do Barão e o Inter, atualmente, é uma crônica de uma morte anunciada, pois quem vê o colorado jogar sabe que o futebol do nosso time não é vencedor, não é compatível com a nossa grandeza, o colorado, hoje, olha o jogo sabendo que a possibilidade de um resultado negativo é gigantesca, ou seja, tem ciência que a morte é anunciada.

Vamos ao jogo: o Inter entrou em campo precisando ganhar por dois gols de diferença para avançar para às semi finais da Copa do Brasil. Acho que Abel, tendo em vista os jogadores disponíveis para o jogo, escalou o time mal ao deixar Yuri Alberto no banco e deixar, tal qual já fazia Coudet, Rodrigo Moledo entre os reservas mesmo com Cuesta passando por péssima fase. Tirando a escalação nosso principal defeito se repete dia após dia, treinador após treinador e não há quem ajuste esta mazela: lentidão. O Inter é muito lento há tempos na sua transição de jogo e ontem não foi diferente: passamos o jogo todo praticamente com 70% da posse de bola e praticamente não chutamos em gol, não tivemos jogadas em profundidade, não tivemos velocidade, NÃO TIVEMOS NADA!! Aliás, tivemos sim alguma coisa: um toque de bola infrutífero, lento incapaz de romper com as linhas defensivas do América. Literalmente, achamos um gol, no final do jogo, que nos deu uma sobrevida ao nos levar para a disputa de pênaltis e nos pênaltis nós perdemos nossa classificação depois do nosso principal jogador da temporada, Thiago Galhardo, perder um pênalti por detalhe e Uendel bater uma bola por cima da goleira.

Agora, é focarmos nossas atenções na Libertadores e no Brasileirão. Cada dia que passa nós colorado vemos que Coudet tinha razão: nosso é elenco é curto, é limitado e quem não vê isso é cego e com este grupo não temos condições de irmos muito além nas competições que nos restam, era um dever do Coudet cobrar a direção, mesmo com os escassos recursos do clube, para se ter um time melhor.

Passado meu desabafo com relação ao Chacho, digo que Abel tem duas missões a frente do Inter: recuperar nossa estabilidade defensiva, pois estamos sofrendo muitos gols, e aumentar a velocidade da nossa transição ofensiva, o que acho que pode ocorrer se pararmos de jogar com 3 volantes, que é como jogamos desde o tempo do Odair, e tentarmos uma formação mais ofensiva, com dois meias ou com três meias.

O Internacional volta a campo neste domingo, às 18hrs. e 15min., no Beira-Rio, para enfrentar o Fluminense de Odair e tentar voltar à liderança do campeonato, contando, para isso, com um tropeço do Atlético MG em jogo contra o Ceará, em Fortaleza. VAMOO INTER!!!!

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