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Grêmio corrige rumo e vai forte pelo Hexa

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Créditos: Grêmio Oficial

Em um passado não tão distante, Thiago Neves era o nosso camisa 10 e Robinho um dos atletas mais utilizados. O nosso meio de campo era lento, burocrático, o time não conseguia criar e a competitividade tricolor tinha ficado apenas na lembrança de nós, torcedores, que sonhávamos com os títulos recentes atrás de esperanças para suportar a realidade desanimadora. Para exemplificar, há pouco mais de dois meses, perdemos para a Católica no Chile com uma atuação catastrófica.

Lembrei de tudo isso para refutar tese que toma conta de uma parcela da torcida neste momento de recuperação. Estes, se achando mais gremistas que os demais, ao invés de saborear a boa fase, ironizam os torcedores que faziam críticas contundentes à direção e ao nosso técnico. Sou profundo admirador de Romildo Bolzan e Renato Portaluppi, mas ninguém é incriticável. E o torcedor é soberano. Naquele contexto, as críticas eram mais do que justas.

Não houve nenhum truque de mágica nesta transformação que ocorreu no Grêmio nas últimas semanas. Se o nosso contexto seguisse naquela mesma pegada, dificilmente estaríamos fortes como o time que vai para a semifinal da Copa do Brasil e está lutando por todos os títulos que ainda restam na temporada. Foi preciso correções de rumo essenciais para o Tricolor chegar a este patamar atual. Fazia tempo que o roteiro escrito pelo Imortal não era tão promissor.

A direção foi ao mercado e trouxe o argentino Diego Churin e o chileno César Pinares, que deram mais consistência ao nosso elenco. Estou bastante curioso pela estreia do meia. E o maior ídolo da nossa história parou com algumas teimosias surreais e passou a colocar em campo a formação pedida por boa parte da torcida, dando mais espaço e minutagem para os mais jovens. Essas mudanças foram fundamentais e o resultado é visto nas canchas da América Latina que tem a honra de receber o Imortal.

O Grêmio RESPIRA em campo agora, ao contrário daquele que parecia sufocado no Chile, para citar o jogo que simbolizou aquela péssima fase. O trio formado por Darlan, Matheus Henrique e Jean Pyerre, vida longa ao talento deste camisa 10, deu mobilidade, dinamismo e criatividade ao Tricolor. Estes três jovens deram vida ao restante do time, que segue evoluindo. Pepê monstro e Diego Souza artilheiro melhoraram, e muito, o seu rendimento, com este Tricolor versão É os guris misturado com É os idosos!

Ninguém é contra os experientes, mas a nossa média de idade estava muito alta, deixando o time sem ímpeto. Veio a gurizada e tudo mudou para melhor. Nos últimos 15 jogos, são 11 vitórias, três empates e apenas uma derrota. Foram 25 gols marcados e 11 gols sofridos. Do ponto de vista histórico, é a semifinal de número 15 do Grêmio na Copa do Brasil. O Tricolor tem a camisa pesada na competição, além deste momento, ainda curto, mas avassalador. Vamos fortes pelo Hexa!

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