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“Parem o VAR, já chega!”

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Créditos: os Leões da TUF levantam faixa em prosto aos abusos prejudiciais causados pelo VAR no campeonato brasileiro 2019

Desde o retorno do Fortaleza Esporte Clube à série A do campeonato brasileiro, em 2019, o clube vem tendo suas campanhas desrespeitadas, e reduzidas com o mais que frequente vício negativo das decisões do árbitro de vídeo nas partidas do clube.

Sempre muito previsível em beneficiar os clubes do sul e sudeste, seja no Castelão ou nas demais localizações, o VAR tem atuado em reproduzir o estigma futebolístico com os clubes do nordeste, passando a sensação aos torcedores de que nossos clubes não possuem capacidade, mesmo competindo à altura ou superior, e, que não devemos fazer campanhas parelhas a estes clubes, como se pertencêssemos ao meio ou a parte de baixo da tabela.

Faz crer que não somos bem-vindos em uma competição que já possui seus favoritos historicamente mantidos nesse status.

A situação piora quando a mídia se torna cumplice com o seu silêncio. Após as partidas em que o VAR indiscutivelmente beneficia os clube que proporcionam às emissoras um “ibope” maior por todo o aglomerado financeiro que envolve essas equipe, os programas de comentário esportivo procuram méritos dos clubes do eixo nas partidas, que para nós não existem durante o jogo.

Algum jogador que soube aproveitar a oportunidade, um passe decisivo, uma bola que pegou o elenco já abatido de forma surpresa, qualquer lance de mínima relevância para ofuscar os erros das arbitragens que não se limitam só a o VAR, se repetem também massivamente com a arbitragem de campo.

A arbitragem de campo sempre demonstra utilizar duas medidas nos critérios que adota durante a partida, fazendo os clubes do eixo serem mais vulneráveis ao jogo mais pegado e os clubes fora do eixo serem mais suscetíveis a punições severas por competirem à altura.

O resultado de todo esse antiprofissionalismo, resulta em frustação para todos que estão envolvidos com o clube, elenco, diretoria, funcionários e principalmente a torcida. A torcida que apesar de todo desrespeito que sofre por não receber notoriedade midiática nem muito menos retorno efetivo por parte da CBF, se mantém fiel e orgulhosa do clube e de seu desempenho. Em 2020, as falhas continuam gritantes e o torcedor muita vezes se vê sem forças para continuar acompanhando um campeonato cheio de vícios e cartas marcados, como se disputássemos um campeonato roteirizado.

Nos faltam braços de apoio nessa empreitada contra o preconceito, queremos apoio da Federação Cearense de Futebol que não pode admitir esse abuso contra os clubes que compõe a entidade.

Apoio midiático que impulsione a pressão por arbitragens justas, regulares e que priorizem o Futebol, a disputa justa, a ascensão de quem luta há mais de 102 anos para crescer, contra barreiras comerciais, midiáticas, a xenofobia e o privilegio local dos clubes do eixo.

mm

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Comentários

  1. Gerian disse:

    Já esta passando dos limites! Até quando os times Nordestinos vão ser prejudicados?

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