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O que falta ao Fortaleza?

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Créditos: Site Oficial Fortaleza

A terceira derrota consecutiva do Fortaleza Esporte Clube diz muito sobre o futebol que tem demonstrado nas últimas partidas, com um ataque discreto, de pouco volume e um meio campo mais suscetível a defesa que criar lances de ataque. Todo esse conjunto de apatia e baixa intensidade sobrecarregaram a defesa que vem sofrendo com o alto volume ofensivo dos adversários.

O primeiro tempo do clube pareceu contrariar o desempenho dos outros jogos, porém após os vintes minutos iniciais o rendimento voltou a cair e o clube sofreu o primeiro gol, falha rara de F. Alves!

Já no segundo tempo de jogo o time voltou a jogar bem ofensivamente, pouco antes de alcançar o gol de empate aos dezenove minutos com Bergson, que vem entregando finalizações conclusivas em gol para o tricolor. Bergson que teve muita recusa da torcida na sua contratação hoje compõe um ataque de velocidade com Osvaldo, Romarinho e David.

Os pontos negativos dos jogos atravessam as quatro linhas, após uma campanha vergonhosa de decisões prejudiciais das arbitragens de campo e de vídeo nas competições nacionais da CBF, o elenco vem enfrentando o desgaste de ter seu alto nível sabotado por péssimas atuações do quadro de arbitragem da CBF que benenficiaram diretamente a clubes com maior respaldo midiático. Desgaste sofrido também pela diretoria do clube que se posicionou oficialmente, fazendo eco ao massivo apelo da nação tricolor.

Tudo veio a piorar com a saída de um dos mais revoltosos com os prejuízos recorrentes nas partidas do Fortaleza, o técnico Rogério Ceni, que abandonou o projeto do clube ao ir treinar um clube sudestino que compõe a lista de beneficiários dos “erros” das arbitragens de vídeo e de campo.

Voltando às quatro linhas, na partida diante do Esporte Clube Bahia, o rendimento sofreu muito com a falta de criação nas jogadas de ataque, muito em razão da urgência do comande de Marconne Montenegro de forma interina e do curto período de treino e preparação sobre o comando provisório. Marconne pecou em segurar por muito tempo no jogo uma escalação que não rendia ocupação no campo de ataque, que ocasionou em um único chute a gol durante o jogo.

O que falta ao Fortaleza é o que esperamos que venha com o novo-velho comandante, o técnico Marcelo Chamusca. Um meio campo inteligente, preciso e criativo. Um ataque conclusivo e e expressivo. Uma defesa segura e menos exigida. Uma disposição tática efetiva que mantenha a competitividade do clube durante o campeonato nacional. Que renda um crescimento gradativo capaz de se firmar na competição e corresponda ou supere o fim de temporada do ano de 2019.

mm

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