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Do Chile ao Mato Grosso: a revolução tricolor em dois meses

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Créditos: Grêmio Oficial

Em menos de dois meses, houve uma revolução no cenário que se apresentava ao Grêmio para o restante da temporada, que, nestes tempos terríveis de pandemia, vai até o final de fevereiro. No dia 16 de setembro, o Tricolor perdeu para a Universidad Católia por 2 a 0 e a turbulência pelos resultados ruins chegava ao seu ápice. “Foi nossa pior atuação no ano”, afirmou em um ataque de sincericídio, Renato Portaluppi.

Para o comandante externar essa visão de forma tão contundente, é porque a noite no Chile foi tenebrosa para o Tricolor. Uma equipe apática, burocrática e sem o espírito competitivo. As perspectivas não eram nada animadoras e a revolta da torcida se tornava tão forte que obrigou o presidente Romildo Bolzan e o técnico Renato Portaluppi a, dois dias depois do revés, concederem entrevista coletiva para tentar acalmar os ânimos do povo tricolor.

A noite desta quarta-feira, 11 de novembro, embora nos diga que precisamos melhorar em muitos aspectos para sonhar com grandes conquistas, já é de muito mais tranquilidade para a torcida gremista. O Grêmio esteve longe de convencer, mas o 2 a 1 diante do Cuiabá encaminha boa vantagem nas quartas de final da Copa do Brasil. Nos últimos 13 jogos, foram nove vitórias, três empates e apenas uma derrota. O futebol é apaixonante por muitas razões. Uma delas é propiciar essas revoluções.

Com as chegadas de Diego Churín e César Pinares, autor de golaço contra o próprio Tricolor na Libertadores, o nosso elenco ganha mais qualidade e consistência. Ainda falta um primeiro volante. É preciso dar mais minutos em campo para Lucas Araújo, uma das promessas da Base, que deveriam ser mais utilizadas no elenco profissional. Mas isso é pauta para outro momento.

A classificação obviamente não está garantida, mas o Grêmio será semifinalista da Copa do Brasil. Em noite de derrotas do Flamengo e do Internacional ao estrear os seus novos comandantes, nesta dança interminável das cadeiras no futebol brasileiro, temos que dar valor ao nosso maior ídolo, Renato Portaluppi, que já está em nossa casamata faz mais de quatro anos nesta última passagem.

Ninguém é incriticável, nem mesmo o nosso Deus. Tenho algumas críticas ao seu trabalho, especialmente a algumas teimosias que são complicadas de entender. Porém, é inegável que, se com ele temos fases preocupantes, também é com Portaluppi que festejamos nossas maiores glórias nos últimos anos. E estou falando somente do Renato técnico. Podemos e devemos criticar quando acharmos que merece, mas, nós, que respiramos o Grêmio, temos que valorizar o maior personagem da nossa história.

Seguimos pelas três cores!

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