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Judiado nos últimos anos, o Figueirense pode mais

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Créditos: Figueirense Oficial

Há quase uma década, o Figueirense sofre na esfera administrativa. As gestões Wilfredo Brillinger e Elephant fizeram um estrago danado nas finanças do clube, afetando a credibilidade conquistada no início dos anos 2000, quando o alvinegro era comandado por Paulo Prisco Paraíso.

O grupo de PPP voltou ao Scarpelli no início de 2020, mas os frutos dessa nova jornada estão demorando a ser colhidos. Pandemia à parte, o Figueirense pode mais dentro e principalmente fora de campo. Enquanto nas quatro linhas não há muito o que se fazer em virtude da dificuldade financeira (apostas em jovens emprestados por outros times e jogadores em fim de carreira), é possível evoluir, e muito, em áreas como marketing e comunicação.

Para quem não me conhece, sou alvinegro com formação acadêmica em jornalismo e administração empresarial, além de duas pós-graduações em Gestão do Esporte e Gestão de Pessoas. Até por isso, usarei esse espaço para falar também sobre os aspectos fora de campo, haja vista a minha utopia em ver o futebol brasileiro minimamente organizado.

Voltando ao Figueirense, entendo a falta de receitas pela ausência de público nos estádios, resultados fracos na Série B, inexistência de patrocinadores fortes e dificuldade na chegada de parceiros/apoiadores/investidores, enfim. No entanto, não dá para culpar o momento de pandemia sem buscar soluções mínimas para engordar os cofres alvinegros.

O marketing, cujo clube tem parceria com uma empresa nacional, peca dia após dia. A omissão vai desde a ausência de um e-commerce para vender produtos oficiais e licenciados, até as raras manifestações em redes sociais para engajar seu torcedor/consumidor. Prova disso, é que o Figueirense, antes com 14 mil sócios, hoje não chega a 4 mil associados. Como demonstram os últimos balanços contábeis, o valor com seu público fiel era importante fonte de renda. 

Enquanto os vizinhos (Avaí, Chapecoense, Criciúma, JEC, Marcílio Dias, Brusque e até o Carlos Renaux) lançam camisas comemorativas, especiais, número três, o Figueirense segue sem ações na área. Com marca “própria”, o alvinegro força seu torcedor a ir ao Scarpelli comprar um uniforme. Em tempos de isolamento social, isso é praticamente um “crime”.

Eu poderia listar tantas outras ineficiências gerenciais neste texto, mas vou deixá-las para as próximas colunas. O objetivo, caro amigo leitor/torcedor, é que o Figueirense reencontre seus melhores dias ou que, ao menos, retome o profissionalismo fora de campo, marca registrada da gestão Paulo Prisco Paraíso nos 10 anos em que esteve à frente do clube.

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