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Memória Pai d’Égua – Zé da Fiel

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Créditos: Marcelo Seabra/O Liberal

Os grandes ídolos, os gênios do futebol deveriam ser eternos nos gramados. Esta frase, dita tantas vezes no mundo do futebolístico, simboliza com fidelidade o sentimento de quem vive e ama este esporte.

José Augusto da Conceição, nascido em 19 de março de 1974 na cidade do Itinga do Maranhão. Zé comumente chamado, iniciou a sua carreira profissional aos 19 anos, pelo time do Pedreira, equipe da ilha de Mosqueiro, distrito administrativo de Belém do Pará, Zé Augusto disputou o campeonato paraense naquele ano. O time do Pedreira foi rebaixado e o atacante terminou sendo contratado pelo Paysandu Sport Club onde fez a sua história marcante na carreira.

Ficou conhecido pela fiel bicolor por “Zé Terçado”, por ser aquele que ia à loucura junto com a torcida, após os gols marcados com a camisa do Papão da Curuzu.

Zé é um dos jogadores que mais esteve presente em campo em jogos decisivos, chegando no total de aproximadamente 40 jogos e se tornando o maior artilheiro do Paysandu no século XXI, com 112 gols. Esse número o coloca no ranking de maiores artilheiros no clube, ocupando o lugar de maior campeão pelo Paysandu com onze títulos, ficando atrás somente de Quarentinha, que é o maior ídolo nação bicolor. Sempre foi arma, que saia do banco de reservas para fazer a diferença a favor do Papão e sempre foi assim, inclusive contra o maior rival (Remo).

Diante do exposto venho externar um momento histórico ao Paysandu, meu time de coração e a mim mesmo por esse jogo ter representado algo fantástico em minhas memórias relacionadas a paixão da torcida por esse clube que não deixou de acreditar na vitória até os minutos finais.

O referido lance aconteceu no dia 5 de julho daquele ano (2009), na Curuzu. Papão e Azulão (Águia) se enfrentaram pela 6ª rodada do Grupo A. O clube de Marabá saiu na frente com um gol do zagueiro Charles. O “Zé da Fiel” entrou no segundo tempo e marcou os dois gols que garantiram a vitória alviceleste por 2 a 1. O último deles, aconteceu já aos 48 minutos da etapa final.

Ao longo de todos esses anos que venho torcendo com muito fervor por esse time, percebi que o Paysandu criou uma identidade, ao qual retrata e se identifica como um time aguerrido e guerreiro que sempre cresce nas grandes dificuldades, e nesse dia e jogo ao qual estava reunido com mais de 14 mil torcedores em uma manhã ensolarada, esse espirito de guerreiro se fez presente com uma grande vitória de virada de nosso amado Paysandu com ajuda desse grande jogador (Zé da Fiel) que sempre se fez presente e disposto a nos ajudar nos momentos em que mais o Paysandu precisou.

Nunca irei esquecer esse jogo, valeu Zéééééééé. Há é Zé Augusto.

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