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PELÉ 80 – O DIA QUE O REI VIROU GUERREIRO, TRICOLOR.

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Créditos: Instagram oficial Santos

No dia 26 de Abril de 1978 na Nigéria, o Rei batizou a armadura tricolor. Cumprindo ações publicitárias, o Rei assinou um contrato que o fazia disputar um amistoso pela seleção do país. O amistoso foi justamente contra o FLUMINENSE, convidado da ocasião muito pela bela história construída pela máquina tricolor de Rivelino, anos antes. O jogo aconteceu 2 dias antes, onde o FLUMINENSE derrotou a seleção Nigeriana com Pelé e tudo por 3×1. No segundo amistoso programado para o FLUMINENSE, o adversário era o Racca Rovers, vice campeão nacional, no interior do país. O Rei estava no estádio apenas para homenagens locais. Mas o personagem fictício que traz sorte ao clube do escritor tricolor Nelson Rodrigues, o Sobrenatural de Almeida, agiu mais uma vez. A presença do Rei deixou os torcedores malucos. A multidão dentro e fora do estádio, tornou a saída do Rei impossível. Não havia condições de segurança e nem policiamento suficiente. Quando os 2 times já estavam perfilados para o hino, surge o Rei com o uniforme do FLUMINENSE e a consagrada camisa 10. Falam por ai que nos bastidores, Pelé não tinha gostado muito de jogar pela seleção da Nigéria no primeiro amistoso  e ter tomado um passeio no jogo. Na opção “jogar”, ele não pensou 2 vezes e vestiu a camisa do time mais forte dessa vez. Mas com o time do FLUMINENSE já em campo, quem sairia para o Rei? Simples. Camisa por camisa, 10 por 10. Coitado do atacante Luiz Carlos, o Tatu, ex-colega do Rei na seleção. Uma honra ou uma sacanagem do destino?? O Rei jogou todo o primeiro tempo e não conseguiu balançar as redes, apesar de ter desperdiçado uma grande chance de cabeça num cruzamento preciso. O carinho do Rei com a equipe do FLUMINENSE era tão grande, que ele chamava todos pelos nomes e se comportava como um jogador veterano do time. Foi substituído no intervalo, passando a vaga para o próprio Tatu. O jogo terminou 2×1 para o FLUMINENSE, com gols de Marinho Chagas e Arthurzinho . Naquele 26 de abril, o Fluminense entrou em campo com Renato; Edevaldo, Miranda, Dário Lourenço e Marinho Chagas; Rubens Galaxe, Arturzinho e Pelé; Gildásio, Geraldão e Gilson Gênio. Nas substituições, entraram: Luis Carlos Tatu, Edival e Carlinhos. Dos 14 jogadores, apenas Marinho Chagas já morreu, vítima de uma hemorragia digestiva em 2014. E foi assim que o Rei do futebol vestiu a armadura tricolor, foi guerreiro por um dia e colocou o FLUMINENSE na sua gigante história. Vida longa ao Rei PELÉ! PARABÉNS!!

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