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América e o título potiguar de 2012: A superação e quebra de jejum

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Crédito: Marcio Silveira Borba

Comandado pelo técnico Roberto Fernandes e com a entrada de Alex Padang como presidente, o América buscava no estadual de 2012 quebrar um jejum de 9 anos, o último título tinha sido o bi campeonato estadual em 2003. Seria esse o 1º estadual jogando a 70km de Natal, no Estádio José Nazareno do Nascimento, o Nazarenão, após a demolição do estádio Machadão, para copa do Mundo. Estádio cujo o América conseguiu o acesso para série B em 2011 e querendo continuar com a boa fase, jogando longe de Natal e com a torcida comprando a ideia.

No começo do estadual o América foi fazendo resultados, mas vinha apresentando algumas dificuldades em seus jogos, fechando o 1º turno com 16 pontos, 5 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, acabando na 2ª colocação e assim conseguindo fazer a semifinal, contra o Santa Cruz, vencendo por 3×1 e avançando para a final para enfrentar o seu principal rival, o Abc, que já havia vencido o América no 1º turno por 4×2, e também venceu na final, os 2 jogos, ambos por 1×0. Seria esse mais um ano falho no estadual? Era essa uma das perguntas que a torcida Alvirrubra fazia ao final do 1º turno.

No 2º turno, encontrou as mesmas dificuldades do 1º, fazendo uma campanha um pouco pior, apenas 14 pontos, sendo 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. O América teria pela frente, pela 5ª vez, seu rival, agora em uma semifinal, que venceria, dentro do Maria Lamas, pelo placar de 2×1, emplacando a segunda vitória em clássicos seguidos, sendo a primeira no 2º turno. Começava daí a reviravolta do América no estadual de 2012, era hora de tomar o protagonismo e o América confirmava isso vencendo o Baraúnas por 4×1 em Natal e 2×0 em Mossoró, consagrando-se campeão do 2º turno e se garantindo na final geral.

Chegava a hora da final, mais 2 jogos diante do Abc, adversário que o América vinha de 2 vitórias seguidas, além da conquista do 2º turno que serviu de aumento para moral do elenco. Contando com a experiência do ídolo Fabiano “Paredão” no gol, a firmeza da dupla de zaga Cleber e Edson Rocha, as boas jogadas ofensivas da dupla de laterais Norberto e Wanderson, a forte linha de volantes, formada por Ricardo Baiano, Fabinho e Márcio Passos, o talento e visão de Júnior Xuxa e a velocidade e gols da dupla de ataque, Lúcio Curió e Isac, dupla essa que faria os 2 gols no jogo dia ida, no Nazarenão, vencendo de virada, por 2×1, e levando a vantagem do empate para dentro do Frasqueirão.

Era a hora da batalha final, o jogo que marcaria o fim do jejum e a continuidade de uma sequência contra seu rival, que duraria de 12 jogos sem perder em clássico. Com apenas 7 minutos de jogo, Wanderson fazia 1×0, deixando o resto do jogo nervoso, tenso, pegado, que teria 4 expulsos, mas que era um bom resultado para o clube rubro. Cena que marcou o jogo foi do sangramento de Fabinho, que logo voltou com uma touca vermelha, estando em campo de vermelho dos pés à cabeça. A vitória que seria sacramentada aos 45′ do segundo tempo, com um gol do próprio Fabinho, causando uma maior confusão dentro de campo e, gol esse, que batizava, pela torcida Americana, o módulo do estádio frasqueirão como “Módulo Fabinho”.

Crédito: Frankie Marcone

Um título marcando para muitos jogadores, comissão e torcedores. Uma superação dentro e fora de campo. Uma festa por toda Natal. Um grito que estava engasgado há 9 anos. É campeão…

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